27/11/2009

Verônica Ferriani

Postagem autorizada por Verônica Ferriani

Aos 9 anos, começando a tocar

Verônica Ferriani nasceu em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, em uma família que tem verdadeira paixão por música. Aos 8 anos de idade ganhou um violão e teve suas primeiras aulas, herdando dos pais o gosto pela MPB produzida nas décadas de 60 e 70, bem como pelo cancioneiro brasileiro da geração de seus avós. Também não escondia o gosto pelas artes em geral, e, aos 17, mudou-se para SP para estudar arquitetura e urbanismo na USP. No final da faculdade, porém, tendo voltado a estudar música quase por acaso, em uma escola de veia jazzística (Groove), sentiu crescer fortemente o ímpeto de cantar. Conectada com novas referências musicais, formou-se com um trabalho inédito na FAU, em que compôs e executou os instrumentos e vozes em 3 canções para aquarelas de Paul Klee, buscando uma análise estética comparativa da linguagem musical com a visual. Formada, aprofundou seu estudo musical e, um ano em depois, em dezembro de 2003, subiu pela primeira vez ao palco a convite de Chico Saraiva, que acabara de vencer o Prêmio Visa. Por mais de dois anos se apresentou ao lado do compositor e violonista em palcos diversos de São Paulo e Rio de Janeiro, além de shows em outras capitais pelo Brasil e no interior paulista. Paralelamente, sua carreira de intérprete ganhou vida própria. A descoberta do samba raiz veio em 2004, o que lhe rendeu uma temporada semanal de 6 meses no Traço de União, em SP, aonde teve o privilégio de assistir de perto, abrindo e fechando seus shows, artistas da Velha Guarda tais como: Monarco, Nélson Sargento, Riachão, Tia Surica, Tia Doca, Noca da Portela, Seu Jair do Cavaco, Walter Alfaiate, Wilson Moreira, Moacir Luz, Luiz Carlos da Vila, Wilson das Neves, Billy Blanco, entre outros. Neste ano, a casa ganhou da Revista Veja o prêmio de melhor casa de música ao vivo de SP. A partir daí, vieram convites para participar de importantes projetos e shows no eixo SP-Rio, inclusive ao lado de grandes nomes da música brasileira, tais como Beth Carvalho, Élton Medeiros, Moacir Luz, Martinho da Vila, Guinga, Francis Hime, Paulinho Moska, Toninho Ferraguti, Maestro Spok, Tom Zé, Marcelo D2, incluindo a gravação do Programa Som Brasil - Ivan Lins da TV Globo ainda antes de gravar seu primeiro disco. Esteve também em temporada às segundas-feiras no Ó do Borogodó em SP (2005/06) e durante dois anos em temporada quinzenal às quintas ao lado de Aurea Martins no Carioca da Gema, na Lapa carioca (2006/07). Em SP e interior, abriu shows de Jorge Ben, Luis Melodia, Demônios da Garoa e Jair Rodrigues, entre outros. Verônica integra ainda a Gafieira São Paulo, banda de músicos de destaque da nova geração paulista, em cartaz aos domingos no Tom Jazz (SP) de outubro de 2006 a outubro de 2008. Verônica acaba de lançar seu primeiro CD, produzido por BiD. O disco tem participação do Maestro Spok e de diversos músicos da cena paulistana, carioca e de Recife, tendo sido co-produzido pela cantora. Ainda no primeiro semestre de 2009, a parceria de Verônica com o violonista Chico Saraiva também virará disco. O projeto foi selecionado pela Funarte para o Pixinguinha 2009 e apresentará 13 canções inéditas de Chico em parceria com o letrista carioca Mauro Aguiar.
Dinorah, Dinorah (Som Brasil, TV Globo)

Com seis anos de carreira, Verônica, que é formada em arquitetura pela FAU/USP, tem pique de veterana. Estreou como cantora em 2004, como vocalista da banda do compositor e violonista Chico Saraiva, vencedor do Prêmio Visa (2003) e a partir daí não parou mais. Dividiu palcos com Beth Carvalho, Jair Rodrigues, Élton Medeiros, Moacyr Luz, Francis Hime, Martinho da Vila, Tom Zé, Mart'nália, Moska e Marcelo D2 e participou, ainda sem disco solo, do Som Brasil (TV Globo, 2007) cantando a obra de Ivan Lins.

Dia Nacional do Samba, em show de Beth Carvalho no RJ

Fez temporada no Traço de União, reduto do samba de raiz em São Paulo, abrindo para artistas como Monarco, Nélson Sargento, Riachão, Walter Alfaiate, Wilson Moreira, Luís Carlos da Vila e Billy Blanco, o que lhe valeu convite para temporada de dois anos no bar Carioca da Gema (Lapa, Rio de Janeiro), importante reduto do samba carioca. Também faz parte da banda Gafieira São Paulo, em cartaz durante dois anos no Tom Jazz, em SP. Em 2009 lançou seu primeiro disco, Verônica Ferriani (Tratore), com produção de BiD e ótima recepção por parte de crítica e público. Ainda em 2009, lançou o disco Sobre Palavras em parceria com Chico Saraiva, selecionado pelo Prêmio Pixinguinha 2008 (Funarte) entre mais de 500 projetos.


A voz marcante de Verônica Ferriani em disco
Álbum produzido por BiD, em co-produção com a cantora, mixa compositores de diferentes estilos como Cassiano, João Donato, Assis Valente e Marcos Valle O rosto é de uma menina mas a voz e a determinação com que canta comprovam bagagem e conhecimento de causa. Assim é Verônica Ferrani, uma das gratas surpresas da temporada paulista. Lança seu primeiro CD, Verônica Ferriani (www.tratore.com.br), quase todo gravado ao vivo, com os músicos tocando juntos para preservar a interação e a espontaneidade do projeto. Apesar de apenas cinco anos de carreira, Verônica, que é formada em arquitetura pela FAU/USP, tem pique de veterana. Estreou em 2004, como vocalista da banda do compositor Chico Saraiva, vencedor do Prêmio Visa (2003). A partir daí não parou mais. Gravou em discos de Lúcio Maia (Nação Zumbi) e Flávio Henrique, dividiu palcos com Beth Carvalho, Jair Rodrigues, Élton Medeiros, Moacir Luz, Martinho da Vila, Tom Zé, Moska e Marcelo D2 e participou, mesmo sem disco solo, do Som Brasil (TV Globo, 2007), cantando a obra de Ivan Lins Fez temporada no Traço de União, reduto do samba de raiz em Sampa, abrindo para artistas como Nélson Sargento, Riachão, Walter Alfaiate, Wilson Moreira, Luiz Carlos da Vila e Billy Blanco, o que lhe valeu convite para uma temporada de dois anos no bar Carioca da Gema (Lapa), reduto do melhor samba carioca, e onde conheceu artistas de diferentes gerações do samba. Também faz parte da banda Gafieira São Paulo. BiD, que assinou a produção musical, tem experiência de sobra. Gravou discos de Chico Science & Nação Zumbi, Chico César, Mundo Livre S/A e outros. Assinou a trilha sonora do filme Chega de Saudade, de Laís Bodansky. Verônica e BiD escolheram um repertório avesso a sucessos e clichês, trazendo Paulinho da Viola (Perder e Ganhar), Gonzaguinha (Um Sorriso nos Lábios), e uma parceria de João Donato e Paulo César Pinheiro (Ahiê). Tem também a ‘tragicomédia’ de Assis Valente (Fez Bobagem), a provocadora Com mais de 30, dos irmãos Marcos e Paulo Sérgio Valle e um Cassiano característico (Eu Amo Você). Também no repertório está If You Want to Be a Lover, do bossa-novista catarinense Luiz Henrique, em parceria com o norte-americano Oscar Brown Jr, gravada originalmente por Luiz e Lisa Minelli, nos anos 70. Completam a lista Retalhos, de Paulinho Rezende e Paulo Debétio, e as inéditas Bem Feito e Na Volta da Ladeira, de Rubens Nogueira e Paulo César Pinheiro. Em tudo revela-se a voz firme, potente e graciosa de Verônica Ferriani, combinada a arranjos que fogem de excessos, como diz a intérprete: “Sinto-me realizada ao conseguir reunir diferentes influências nesse trabalho.”

O CD Verônica Ferriani na imprensa:
"Em princípio, é bom que se reconheça, ela é uma cantora que tem voz... segundo, e não menos importante, ela é criteriosa na escolha de canções e músicos." Lauro Lisboa Garcia
(O Estado de São Paulo)

"Continuando nosso papo sobre o ótimo disco da cantora paulista Verônica Ferriani... foi no Bar Frida Khalo, no Recife, que a ouvi cantando pela primeira vez. A recomendação era a melhor possível... Adorei."
Nélson Motta (Sintonia Fina)

"Cantoras que resgatam clássicos existem às pencas. Poucas o fazem com o talento da paulista Verônica Ferriani."
Sérgio Martins (Revista Veja)

"Uma boa cantora não se revela apenas pelos recursos vocais, mas também pela escolha de repertório. Em seu primeiro CD, a paulista Verônica Ferriani soma as duas qualidades."
Ivan Cláudio (Revista Isto é)

"A paulista Verônica Ferriani esbanja carisma... Têm charme todas as notas que canta. Tudo o que escolheu para fazer é feito de um jeito particular, pleno de personalidade."
Aquiles Rique Reis (Diário do Comércio)

"Por sua trajetória em shows de gente graúda como Moacyr Luz e Beth Carvalho, era de se esperar que Verônica Ferriani chegasse com um disco de samba... Ela mostra que é capaz de muito mais que isso... Golaço. Uma excelente química para sua estreia."
Patrícia Palumbo (Rádio Eldorado)

"A cantora paulista Verônica Ferriani, nome fortíssimo do circuito independente, lança enfim seu primeiro disco... Um dos melhores lançamentos dos últimos tempos."
Toninho Spessoto (Blog Acordes, Rádio USP)









Perder e ganhar (Música de Bolso)

Um sorriso nos lábios (Radiola)






















































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